“Conhece-te a ti mesmo.”

Quero antes expor um sentimento meu: eu odeio escrever o nome desse rapaz. Não dava pra ser mais complicado não? Ai ai.

Pelo o pouco que li de seus livros, eu pude perceber que a inovação transcendia o seu nome, visto que suas idéias eram também, como já mencionei intrigantes, se não revolucionárias. Em todas as suas “teses” (até onde li pelo menos) o filósofo alemão busca idéias próprias, puras. Um exemplo disso se encontra em Aurora, um livro que me deu um pouco de dor de cabeça, mas que valeu a pena, onde Nietzsche tenta incentivar a sociedade a buscar uma moral verdadeira. Ou seja, na sua maneira filosófica-birura (brincadeira, é claro) de ser a “criatura” tenta nos dizer da seguinte maneira simplificada por mim: ”Meus queridos ignorantes do mundo todo, parem de tentar ser e fazer algo que vocês nem ao menos pararam sequer uma vez para refletir sobre. “Olhem para o seu sistema hipócrita, riam dele ao saber que ele não se importa com Vossas Senhorias, mas que mesmo assim é seguido pelas mesmas.”

Pense, meu leitor fiel e solitário. O “carinha” só reforça a importância do homem buscar a sua própria identidade, pura e seca, sem intervenções externas. Sei que tal esperança é utópica, afinal é impossível viver numa sociedade sem ser coagido e, ao mesmo tempo, ajudar na “coerção” dos outros seres dessa mesma. Mas pelo menos busquemos (!) lutemos (!) questionemos (!) descubramos (!) [por] algo nosso.

  • Então, se tu queres ouvir um metal dos ”baum”, ouça!
  • Se queres ler Edward e seus amiguinhos (Crepúsculo) e tu és homem, leia!
  • Pintar o cabelo azul, rosa, pinte! (eu ri disso)
  • er… O ESCAMBAL?! O ESCAMBAL SERÁ!

Mas é claro, seres que espero que sejam pensantes tudo há certo limite, afinal vocês (nós) não são (somos) os únicos. Não sejamos egocêntricos, talvez excêntricos, mas não egocêntricos… Hm… er… Enfim! Fim de papo.

RdWalker.