Nada-Tudo-Plenitude-Do-Ser.

No começo foi letargia;
depois um nada;
e depois “eu” nada.
Um nado nu:
No Nada
E mais nada…
É algo próximo de perder alguém para os “céus”:

Não dá pra acreditar no começo,

mas depois vem… e,

impiedosamente,
tudo desaba;
a poeira sobe
e desce,
e depois vem o silêncio:

o nada.
Mais nada desaba pelo menos – só lágrimas.

Salgadas, marítimas: vastas águas.

Nada, rapaz …

Em Paz.

Rodrigo Viana Passos.